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É possível carregar um celular com o cérebro humano?

YouTube / Trushna Chavan

Você acredita que é possível carregar um celular com o cérebro humano? Pois Maddie Stone, do Gizmodo, transformou essa curiosidade em cálculo! Ele colocou no papel qual seria a quantidade de energia necessária para deixar a bateria do aparelho cheia e descobriu que, em teoria, a energia gerada pelo cérebro poderia carregar um iPhone 5C em 70 horas. 

A premissa do estudo é que todas as ordens do cérebro para o corpo humano é feita por sinais elétricos. Essa eletricidade é produzida por meio das membranas, quando átomos tornam-se positivamente ou negativamente carregados.

Esse processo permite que os elétrons passem de um átomo para outro – isso é eletricidade. Na verdade, quando é estudado, desde a escola, que o sistema nervoso envia “sinais” para o cérebro, estão falando sobre o fluxo de eletricidade. Segundo Stone, o cérebro tem 100 bilhões de fios condutores de eletricidade. 

Dessa forma, sempre que um neurônio “queima”, ele produz uma pequena alteração na tensão. Então o cérebro tem cerca de 80 bilhões de neurônios e 1% está pronto para ser queimado a qualquer momento, segundo o biofísico Bertil Hille, da Universidade de Washington, nos EUA.

Diante desse cenário, o cálculo é o seguinte: se 800 milhões de neurônios estão ativos ao mesmo tempo, a produção de eletricidade é equivalente a cerca de 0.085 Watts de potência. Para carregar, um iPhone 5C, seria preciso uma taxa de 5,74 Watts-horas, então o cérebro levaria cerca de 68 horas para deixar a bateria 100% cheia..

Mas, não pense em plugar o carregador em sua cabeça ainda… pois, para carregar um celular, não haveria nenhuma eletricidade livre para realizar todas as outras funções do corpo. Ainda, se somente 1% da eletricidade do cérebro fosse desviada para carregar um smartphone, demoraria cerca de 285 dias para concluir o carregamento.

Written by Mayra Michel

Jornalista por formação e vocação. Apaixonada pelos desafios da escrita e pelo aprendizado diário do Português. Na caminhada da Comunicação desde 2004, ainda tem muito o que viver nessa profissão que "quem conhece, não esquece jamais" (sim, sou mineira!).

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