in

Machucou e não se lembra? Entenda como isso pode acontecer

Divulgação / Melhor Com Saúde

Acredite, há pesquisas sobre esse ‘fenômeno’ na vida das pessoas, principalmente as que têm pele mais clara. Para muitos, é praticamente rotina se deparar com uma mancha roxa na pele e não fazer a menor ideia de como o hematoma surgiu. Por isso, um grupo de cientista afirma que isso é verdade, por conta uma característica específica da dor.

Como muitos já afirmam: a dor está na cabeça. E essa frase não é autoajuda para quem se julga forte, é a mais pua verdade. Por isso, alguns hematomas podem se formar sem que a pessoa perceba a pancada, ou seja, sem dor. Essa sensação (de dor) é uma experiência que varia muito de uma pessoa para outra.

Como forma de autoproteção do corpo humano, quando uma pessoa se depara com uma situação de possível dano ao corpo, mensagens vindas do local agredido são enviadas ao cérebro. Os neurônios que carregam essas mensagens são chamados de nociceptores. Eles, no entanto, não são os únicos responsáveis pela sensação de dor.

Dessa forma, quando acontece algum machucado, o dano provoca dor em maior ou menor escala; isso acontece por vários fatores. Como o sistema é muito inteligente, antes que o cérebro envie sinais que causam a percepção da dor, ele ‘faz uma pergunta’ para o organismo: “Essa situação é realmente perigosa?”.

Dependendo da resposta é que o resultado será de muita dor – ou nenhuma dor. Casos em que a pessoa está extremamente ocupada, apressada ou distraída, o cérebro tem mais tendência a ignorar o dano, dessa forma, o corpo reage à pancada formando o hematoma, mas a mente não registra o momento do impacto, já que não há dor que motive esse registro.

Então, numa próxima vez em que você descobrir um roxo em sua pele, não se preocupe: você é completamente normal. O seu cérebro é que tinha outras prioridades no momento da pancada!

Written by Mayra Michel

Jornalista por formação e vocação. Apaixonada pelos desafios da escrita e pelo aprendizado diário do Português. Na caminhada da Comunicação desde 2004, ainda tem muito o que viver nessa profissão que "quem conhece, não esquece jamais" (sim, sou mineira!).

6 fatos extraordinários sobre os sonhos

11 tatuagens criativas que passaram de todos os limites