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Fotógrafa faz lindo ensaio fotográfico com crianças especiais e em fase terminal

Revista Crescer

A fotógrafa Ângela é uma profissional muito competente e empenhada em tudo o que faz e depois de passar por uma experiência que tocou o seu coração, decidiu mudar um pouco o foco do seu trabalho.

Ela foi chamada para fotografar um bebê que os médicos já haviam aconselhado a mãe a abortar porque a menina não sobreviveria depois do parto. Mas superando todas as expectativas, a bebê Madalyn Grace Solis viveu por 15 dias.

Um dia antes da morte da filha tão querida e amada, os pais decidiram registrar alguns momentos com sua joia preciosa antes que ela partisse isso mexeu profundamente com o coração de Ângela.

Ângela, então, decidiu criar um projeto voltado para crianças especiais ou que possuem doença terminal. “(…) eu adoro criar cenários para que eles façam algo impossível como voar, pular em um trampolim ou andar de barco”, disse Angela Forker sobre o projeto.

Ela as fotografou usando tecidos e itens comuns, fazendo com que essas crianças sejam vistas de uma forma diferente.

A ideia era fazer os pais esquecerem um pouco a doença e guardarem a recordação de seu bem mais precioso ali, sorrindo no meio de muitas cores, como se a dor não existisse. 

“Eu tenho uma grande coleção de material e sou mestre em usar objetos de uma maneira não tradicional”, contou Ângela. O mais interessante é que a fotógrafa não faz questão de esconder a real condição das crianças e, os fios e tubos, ela faz exatamente ao contrário, deixando todos esses itens participarem da cena de uma forma bem divertida.

Written by clau.

Claudinha

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