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Morador de rua vai a restaurante de luxo com R$ 50, é atendido e viraliza nas redes sociais

Um caso emocionante viralizou nas redes sociais. Um ato de gentileza acabou se espalhando com grande velocidade na web nas últimas horas. Um catador de rua procurou um restaurante de luxo e ganhou um desconto de mais de 90% em sua refeição. 

O fato aconteceu em um estabelecimento localizado na região Centro –Sul da capital mineira, Belo Horizonte. O caso aconteceu no Benvindo, o restaurante fica em Lourdes, bairro requintado e que tem o metro quadrado mais caro de Belo Horizonte. De acordo com Felipe Rodrigues, 21 anos, que é garçom no local, o catador teria abordado um dos colegas na varando pedindo uma refeição.

“Ele disse que fazia questão de pagar, que queria pagar com o suor dele. Ele estava com R$ 50”, contou o rapaz. Foi quando ofereceram o cardápio para que o homem pudesse escolher o que queria. O catador escolheu um prato executivo e também pediu uma garrafa de vinho. Os garçons atenderam o pedido do homem.

Assim que terminou, ele devolveu o restante do vinho e pediu dois refrigerantes, também teria dispensado a sobremesa. De acordo com o jornal Estado de Minas o total da conta ficaria em R$ 121,80. Porém, na hora de pagar o cliente acabou tendo uma grande surpresa. “A gente falou com ele que não precisava pagar, que estava resolvido, que o restaurante havia fornecido o almoço. Mas ele queria pagar”, contou o funcionário.

Um dos donos do estabelecimento estava no local e ofereceu o almoço como cortesia. Como o homem insistiu em pagar, foi cobrado apenas uma quantia simbólica de R$ 10.

Uma pessoa que estava almoçando no restaurante viu a cena e decidiu fotografar o momento. A cliente compartilhou as imagens em seu perfil na rede social. A publicação foi compartilhada diversas vezes pelos internautas. Muitas pessoas que comentaram na postagem concluíram que o homem provavelmente seja um morador de rua, mas a informação não foi confirmada.

Um dos garçons que atenderam o catador contou que ele havia dito que catava latinha e papelão, mas os funcionários não chegaram a perguntar qual era o nome dele.

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